quarta-feira, 19 de outubro de 2016

Em Busca do Meu "Lado Bom" #18, #19, #20, #21 e #22

Olá! 

Eu sei, eu sei que sumi, não queiram me matar, mas não tive como postar nada, nada. Me perdoem. 


Enfim, enquanto eu estive longe desse meu blog que tanto amo, tinha pensado em fazer meio que um resumão do que tinha acontecido em todas essas semanas, já fazendo até um link com um post que eu preciso fazer sobre o dia em que assisti "Bridget Jones's Baby"... Preciso contar tudo sobre esse dia maravilhoso que eu tive. Um raio de Sol entre todos esses dias sombrios  

Enfim, eu ia fazer o resumo, mas acabei desistindo da ideia por algumas razões: 

1 - Ia dar muito trabalho, já que eu estive mais de um mês longe; 
2 - Não ia conseguir dar detalhes do que aconteceu. Até quando eu faço posts da semana eu acabo esquecendo detalhes, imagine num post de mais de um mês?!;  
3 - Não consigo lembrar de muita coisa relevante que aconteceu durante o mês passado, então seria quase como um post de semana e não ia compensar nada; 
4 - A ideia que eu tive agora foi melhor do que qualquer resumo que eu poderia fazer aqui; 


(pense num gancho legal para o resto do post?!)


A ideia que eu tive veio essa semana, num momento em que eu nem estava pensando no blog... Foi um momento em que eu parei pra pensar em algumas coisas da minha vida e acabei vendo a real causa dessa série. 


No post introdutório, eu disse que eu estava começando a série por não ser uma pessoa que se ama e que está querendo buscar esse sentimento de amor próprio de volta... Não menti naquele post, eu só não tinha ido à origem da falta desse amor próprio. 

Há vários anos atrás, conheci uma pessoa. Virei amiga dessa pessoa, nos aproximamos muito... Literalmente, nos considerávamos irmãs. A coisa toda era maravilhosa! Dávamos muita risada, compartilhávamos dos mesmos sonhos malucos e "impossíveis" e basicamente tínhamos um mundinho particular, onde tínhamos brigas, mas tudo dava certo no final. 

O tempo foi passando, fomos conhecendo novas pessoas, a tal proximidade foi diminuindo e, por não seguirmos o mesmo caminho, algumas novas brigas aconteceram e eu percebi que essa pessoa não era mais tão minha amiga. Ela se tornou minha crítica pessoal. 

Aí vocês podem pensar: Crítica? Sendo sua amiga, essa pessoa só pode ter feito críticas construtivas, do que você está reclamando? 
Não, minhas cerejinhas, não eram críticas construtivas, estavam mais para críticas destrutivas mesmo. 

Enfim, mesmo com todas essas críticas, eu continuei ao lado dessa pessoa, pois sempre estava dando conselhos e consolando-a toda vez que ela precisava. Sendo o máximo que eu podia, abrindo mão de coisas, de horários, de comentários sobre coisas e pessoas que eu gostava, de ideias para novos hobbies e afins. Eu estava basicamente vivendo para ajudar essa pessoa. 

Depois desse tempo de convivência diária chamada colégio, continuamos mantendo contato sempre que podíamos e marcando para nos vermos o máximo que conseguíamos. Até aí, tudo lindo... Mas o tempo foi passando. 

Ambas continuamos seguindo os nossos caminhos (ela com mais êxito do que eu, mais ocupada do que eu, a pessoa que tira um ano sabático logo depois de terminar os estudos e fica em casa para "viver de sua arte"), mas, sabe-se lá o quê ainda nos mantinha juntas (talvez uma droga de sentimento de proteção sobre ela e a ideia de que ia ter um momento em que ela iria precisar de mim). Só sei que o tempo passou, as críticas aumentaram por vários motivos, principalmente porque eu aprendi uma palavra bem legal: Não. 

A Ally que essa pessoa conheceu já estava maior, já tinha uma ideia da vida, já tinha uma ideia do que gostava e, principalmente, do que não gostava... Essa pessoa não gostou disso, e as críticas só fizeram piorar. Já estamos chegando ao ponto das ofensas. 

Mais tempo passou e só esse ano eu vim perceber o quanto essa pessoa faz/fez mal à minha vida. Não somos pessoas que compartilham dos mesmos sonhos, nossa compatibilidade - que já foi mencionada com tanto orgulho em outros tempos - simplesmente não existe mais, as críticas viraram ofensas, as ofensas viraram ataques. 

E o pior de tudo foi: essa semana, eu percebi que, com essa relação tão conturbada, eu acabei me tornando uma pessoa amarga, desconfiada (de um jeito ruim), um tanto medrosa... Enfim, me tornei uma pessoa que eu não queria ser, me tornei uma pessoa que eu não gosto, distorci a imagem (que já não era das melhores) que eu tinha de mim. 

O ruim é que eu só vim perceber isso agora, quando a grande merda está feita. 

Hoje, eu me acho uma pessoa horrível, que se acha idiota na maioria dos momentos, acha que algumas pessoas só têm contato comigo por algum tipo de sentimento de piedade, ou para acabarem fazendo piada do meu jeito para pessoas que condizem à idade que têm... Já não me achava bonita, hoje é raridade achar que estou ao menos apresentável. 

Sei muito bem que isso é ruim, me surpreendo ao pensar que ainda não fui diagnosticada com algum tipo de depressão, mas isso é o tipo de coisa que eu não consigo controlar, é automático! 

Bom, eu não estou aqui para jogar a culpa em ninguém, eu também fiz muita merda, não vou pagar de vítima/inocente. Essa pessoa está muito insatisfeita comigo, eu andei vacilando, deixei de me dedicar a nós duas, mas essa foi outra coisa que eu não consegui evitar. Nos momentos em que ficamos afastadas, (in)felizmente, eu acabei aprendendo a viver sem ela e isso não foi de todo ruim. 

O que ainda me prende a ela? Ela! O que a prende a mim? Não faço a mínima ideia... 

Felizmente, tenho outros amigos... São poucos, mas estou surpresa e sou grata por tê-los. Saber que tem gente que gosta de mim pelo o que eu sou, não pelo o que eu posso oferecer (até porque eu não tenho nada), pelas minhas piadinhas ruins ou simplesmente pelo meu jeito é maravilhoso! Ainda tenho os meus momentos em que me sinto uma toupeira por falar ou agir de forma idiota demais para os meus padrões (e olha que esses padrões são altos), mas depois eu esqueço e vejo que esses são momentos que fazem parte de mim, não sei se deveria me envergonhar por eles.  

Espero virar uma versão crescida daquela menina de quem eu me orgulhava e não sabia: alegre, brincalhona, sincera, menos desconfiada... Enfim, aquela lá de quem eu sempre sinto uma grande alegria em lembrar... 

... E é por isso que estou procurando o meu "lado bom". 

domingo, 11 de setembro de 2016

Em Busca do Meu "Lado Bom" #17 - Um Lembrete Para Mim Mesma.

Olá, pessoas! 

Voltando à programação normal do AM, voltando a falar da vida... Reclamando, como sempre. 

MENTIRA! Hoje o post é diferente, já dá pra ver pelo título, que tem um subtítulo xD 

Não vou reclamar hoje, vou fazer de tudo para ser otimista. Vou falar que a vida não é tão ruim e as coisas que estão te acontecendo apenas estão te fazendo olhar todo o resto de forma negativa. O quilo que você ganhou em pouco mais de um mês, certamente foi culpa do estresse, mas peso é algo que se perde (na verdade, elimine, afinal, quem perde acha). 

Acho que é a hora de você focar em algo teoricamente mais fácil, apenas para abrir a porta da autoestima e trazer aquela coragem para enfrentar todo o resto. Hora de recorrer ao seu porto seguro (ou "portos", quem sabe). Hora de se dedicar mais. Hora de tentar não se deixar abater. Hora de parar de se colocar tão pra baixo. Hora de parar de se preocupar tanto para as coisas (isso faz mal pra saúde). Hora de ver que aquelas fotos não ficaram tão ruins e que basta apenas acreditar que as próximas fotos ficarão tão legais quanto. 

Hora de se divertir! Seja com o que for: Com aquele filme que você já sabe todas as falas e ninguém além de você acha graça; Revivendo memórias da infância e da adolescência através de conversas, de fotos e de músicas; Aproveitando a companhia das pessoas que te fazem bem; Aproveitando a sua própria companhia, porque não? (aliás, a senhora está me devendo aquele cineminha... Bora adiantar com isso, dona Ally!); Rindo com os vídeos de comédia que você tanto gosta de ver na internet (ainda tem centenas de vídeos que você ainda não viu, entretenimento garantido por um bom tempo); Vendo filmes com a sua mãe, a melhor companhia para filminhos em casa e lembrando que, independente da merda que aconteça, você tem alguns amigos com quem você pode desabafar por horas e, pelo menos uma amiga vai te fazer chorar simplesmente por demonstrar a importância que você tem na vida dela  

Ter conversas com você mesma ajuda também... Soa louco, né? Mas oralizar as ideias e problemas pode nos trazer novas perspectivas.  

Vamos nos apegar ao que nos faz bem! Assim, achamos o lado bom das coisas, o lado bom de si mesmo e o lado bom da vida (que também é um filme legal). Você está bem agora? Não. Vai melhorar? Tenho certeza que você vai dar o seu melhor para que sim ^-^ 

E o resto, a gente corre atrás ;) 

Beijinho da Ally :* hoje de batom roxo hahahahahahaha

segunda-feira, 5 de setembro de 2016

Em Busca do Meu "Lado Bom" #16

Eu sei, eu sei, post atrasado... Mas eu não pude escrever nada ontem, tinha um monte de coisa pra fazer e meu domingo foi uó. 

O pior é que eu não tenho muita coisa boa pra escrever. Já estava um caco emocional, aí merdas do passado ressurgem para acabar com a minha raça... Logo um assunto que eu pensei que tinha acertado. 

Nesse momento, só queria me certificar de que existem pessoas que se importam comigo nessa vida, se importam se eu estou bem, se eu me sinto feliz, se eu preciso de alguma coisa... Não apenas esperar que eu seja a pessoa fazendo isso o tempo todo! Relações interpessoais não são espetáculos do Improvável, mas têm que ter troca. 

Andei meio triste esses dias, percebendo o peso que já foi e ainda é colocado sobre mim e o nada de reconhecimento que eu recebo. Pra você ter uma ideia, na semana passada eu só ri de verdade na quinta e no sábado. O resto dos dias foram risadinhas mais ou menos porque eu não consigo ficar sem rir, mas foi uma coisa meio sem emoção. 

Enfim, semana passada não teve lado bom e parece que as coisas só vão piorar daqui pra frente... Não queria ter esse tipo de pensamento, mas eu não sei se vou superar tudo o que tá rolando e talvez vá rolar sozinha. 

Agora eu tenho que ir, tenho que lavar uma bolsa e ver o que eu vou fazer pra melhorar minha vida pelo menos por essa semana. 

Um beyjos da Ally :*

domingo, 28 de agosto de 2016

Em Busca do Meu "Lado Bom" #15 ♔

Hi! 

Como estão, pessoas? Todas bem? Eu estou na mesma... Lidando com as merdas da vida da melhor forma possível e tentando não me abater, afinal, merdas acontecem. 

Vamos esquecer disso, afinal, estou debutando hoje! entenderam? Post 15, debutante...   

Enfim, como prometido no post da semana passada, vamos falar sobre não ser uma menina muito feminina. Hoje, essa ideia da pouca feminilidade/vaidade não me faz tão mal quanto já fez. Não ser magra, não ser tão bonita, não seguir o padrão das garotas atraentes, ser desengonçada e introvertida não é algo que só me trouxe coisas boas na vida. O complexo de inferioridade ainda existe, principalmente se eu estiver rodeada de garotas que não se parecem comigo, mas, como eu já disse, não me abala tanto. Estava conversando com um amigo outro dia que pensava que eu era uma menina super delicada, de fala mansa e tudo o mais antes de me conhecer... Não o culpo. Minha maneira de agir online meio que denota isso, causando decepção quando conheço as pessoas pessoalmente hahahahahahaha 

Mas agora, vamos a parte ruim de toda essa coisa: Hoje eu não ligo muito pro fato de não ser tão delicada quanto as outras garotas, mas eu já liguei muito. Me ofendia, me irritava, me perguntava o que tinha de errado comigo, porquê essa é a minha aparência e assim, minha autoestima foi pro lixo... Nunca mais a encontrei ahahahahahahaha 

E, como tem no post que eu deixei como referência na semana passada, cresci com o estereótipo de que a menina que é bonita é aquela que é magra, tem cabelo liso, é branca, é alta e não cai de cara quando usa salto alto. Tanto que o meu sonho até hoje é ganhar um daqueles makeovers incríveis com "Walking on Sunshine" como trilha. lembrei da Charlie agora #Montage 

Não vou falar que não me importo com beleza, pois isso é uma mentira. Ainda quero atingir meu peso ideal, aprender a usar maquiagem, conseguir usar determinados tipos de roupa, mas isso não é algo que eu farei para os outros, é algo que farei pra mim, provar pra mim mesma que eu posso não ser apenas a garota que faz piadinhas ruins, posso ser a "menina bonita", mesmo não sendo a menina mais delicada do mundo. 

Teria mais que eu poderia falar? Teria, mas eu acabei perdendo o foco e esqueci o que eu queria escrever... Isso traz uma lição: fazer rascunho do post quando tiver ideias, não deixar para a última hora. 

Com essa, vou embora. Tenho um monte de coisa pra fazer ainda hoje... 

Beijinhos da tia Ally :*

domingo, 21 de agosto de 2016

Em Busca do Meu "Lado Bom" #14

Olá! Bem-vindos a mais um capítulo da série que ninguém gosta! 

Enfim, tudo olímpico por aí? Pois é, a olimpíada termina hoje e eu não sei se eu sinto saudades ou não... Não é que eu não curti os jogos, mas eles meio que me trouxeram prejuízos, o que não foi legal. 

Essa foi uma semana horrivelmente longa, o que eu não gostei nem um pouco. Muita coisa pra fazer, pouco tempo para descansar, problemas ressurgindo dos confetes, muitas reflexões sobre a vida foram feitas e eu não curti muito a sensação de que eu não tenho tanto controle/poder sobre as merdas que a vida faz questão de me fazer pisar (eca!) 

Pra completar, essa semana perdi meu baby, meu radinho, meu iPobre, minha Delilah </3 

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[realmente, não é justo comigo...]

Esses dias sem música no ônibus estão tão ruins, estou em abstinência e sem R$30 pra comprar um novo. Sinceramente, tá foda. 
aí, enquanto falo sobre minha perda, começa a tocar uma música triste no mix do YoutTube... Valeu, internet! Eu tô vendo o quanto você me ama... 

Outra coisa que eu vi na internet essa semana que me fez pensar foi uma postagem que falava sobre o que Hollywood tem contra meninas pouco femininas. Tinha toda uma ideia de post que seria trabalhado em cima desse texto, mas não posso fazê-la agora, pois tenho duas coisas para fazer ainda hoje e não posso adiar de maneira alguma, então, o próximo Lado Bom vai ser sobre pouca feminilidade e tudo o que isso já me causou na vida. #Aguardem. 

Enfim, vou parar por aqui... Acabei de receber uma tela azul na cara e eu acho melhor ficar quietinha. 

Beijinhos da tia Ally :*
 

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