segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Mais Uma Sexta-Feira

Finalmente, o carnaval tinha terminado e eu finalmente podia matar a minha curiosidade sobre um livro que eu tinha comprado há mais de um mês. Estava planejando isso desde o domingo, quando verifiquei meu e-mail e vi que ele estava na loja. 
Acordei um pouco mais tarde do que o normal, fiquei super animada quando vi que estava chovendo e achei que o dia seria perfeito. Minha ansiedade era tanta, que eu nem estava sentindo fome, mas, minha mãe, sendo minha mãe, me "obrigou" a comer... Bem na hora que tinha começado a trovejar... Trovejar bastante, tanto que eu até fiquei meio assustada, afinal, não acontecia aquele tipo de coisa há um bom tempo e isso atrasou minha ida ao shopping. 
Enquanto isso, fui procurar com o que me vestir. A calça jeans nem era mais uma opção, foi a primeira coisa que eu vesti e, enquanto não achava uma blusa que não deixava a gordurinha evidente, eu vesti um sutiã... Fiquei feliz com o que vi naquele espelho: Estar um pouco acima do peso = seios um pouco maiores e sutiã vestindo melhor. O espelho só mostrava dos seios pra cima, por isso que eu gostei do que vi, porque a minha barriga ainda me deixa triste... Faz tempo que eu engordei, mas eu não ando fazendo nada para melhorar isso, então, não posso culpar ninguém além de mim.
Quando saí de casa, já passava das onze da manhã e, pelas minhas contas, chegaria pouco antes do meio-dia no shopping, o que realmente aconteceu. A viagem de ida foi até legal, ouvi algumas músicas da playlist que eu tinha preparado no dia anterior, tinha colocado um novo álbum no celular e estava feliz por aquilo, trouxe um pouco de tranquilidade ao trajeto (era Jason Mraz, cara! Não tem como não ficar um pouco mais tranquilo ouvindo Jason Mraz). 
No shopping, passei em alguns lugares antes de ir à livraria, dei uma conferida em uma loja de brinquedos e percebi o quanto vai ser caro decorar meu quarto do jeito que eu quero... Na livraria, fui direto resgatar meu novo baby: o livro "Guerra Civil". Me impressionei ao perceber que ele tinha mais páginas do que eu tinha pensado que tinha e vi que ia ser uma ótima leitura assim que eu tivesse coragem de tirar o plástico que o embalava, já que estava tão lisinho, tão organizado... 
Assinei feliz o comprovante de que o livro estava nas minhas mãos e saí tão animada, que fui comprar um sorvete pra comemorar. Depois comprei uma barra de chocolate com amendoim - que, depois percebi que tinha mais amendoim do que chocolate, mas não tem problema, eu gosto assim mesmo. 
Fora do shopping, fui recepcionada com uma chuva bem fininha, tanto que nem dava pra sentir direito, só percebi que estava chovendo por causa das gotinhas nas lentes dos meus óculos. Tive que controlar o sorriso para não parecer uma idiota com um livro nas mãos. 
Quando estava prestes a atravessar a rua, vi que o ônibus chegava. Mesmo com as sapatilhas castigando os meus pés - parecia que elas tinham encolhido! -, corri para não perdê-lo, afinal, tinha perdido bastante tempo no shopping e não tinha avisado que faria mais do que buscar o livro. Ônibus vazio, foi sorte! Consegui meu lugarzinho e fiquei dando uma olhada nos encartes que eu tinha pego, mas não tinha conseguido prestar muita atenção, estava animada demais pra isso. 
No meio do caminho, meu pai me ligou dizendo que minha mãe já estava preocupada (como eu já imaginava que estaria acontecendo) por eu não ter ligado, mas eu tinha tentado, só que não consegui completar a ligação... Algum problema com a operadora, talvez. Assim que desliguei o celular, recebi a ligação de uma amiga... Foi inesperado, nem imaginava que ela ia me ligar, mas seria bom colocar a conversa em  dia. A conversa, como sempre, envolvia fanfics e alguns projetos futuros. 
Tudo ia incrivelmente bem... Será que eu não devia ter desconfiado? Até que, em um determinado lugar, um homem parou do lado do motorista e falou: 
- Todo mundo suave, não quero violência, só quero os aparelhos! 
Interrompi minha ligação dizendo o que estava prestes a acontecer. Se isso acontecesse em McHouse, eu daria uma de esperta ou faria uma piadinha ruim, conseguindo sair daquela situação dando boas risadas quando a tensão passasse; Se isso acontecesse em Mood Rings, eu me desesperaria e começaria a chorar; Se isso acontecesse em Spencer, eu sacaria a minha semi-automática, desarmaria os dois caras e faria o terceiro devolver os "aparelhos" de todo mundo... Na verdade, se isso acontecesse em Spencer, eu nem estaria dentro de um ônibus, estaria dirigindo meu Mustang Cobra 1965 preto; Se o Pica Pau tivesse comunicado à polícia, isso não teria acontecido, mas já que aquilo era a droga da vida real, eu apenas respirei e entreguei meu celular, numa calma que eu acho que nunca tive na vida. 
Algumas pessoas conseguiram dar um jeito de esconder os celulares ou deram seus truques, o que me deu uma certa raiva, porque eu tinha perdido meu celular, meu "baixinho", que não tinha nem um ano de comprado, mas, não existe aquela coisa do "não reaja, senão você pode morrer"? Então, eu pensei exatamente isso e, mesmo que eu tenha tentado dar uma de esperta, achei melhor não fazer isso, afinal, tinham dois caras armados num lugar fechado comigo dentro, vai que o cara cisma comigo? Se ele descobre o meu "truque"? Seria bem pior pra mim, disso eu tenho certeza. É melhor perder um celular do que perder a vida. 
Em casa, conversando com a amiga com quem estava conversando antes de ter o celular raptado, ela comentou que as pessoas onde ela mora são assassinadas, não assaltadas... Pela primeira vez, fiquei feliz por não morar perto dela e por ter sido apenas assaltada... Não assassinada. 

Desde sexta-feira, as coisas estão estranhas pra mim... Aquela sensação de ter perdido algo importante (talvez possa ser comparada ao luto), afinal, meu celular era SIM algo importante, não serei hipócrita e dizer que não vou sentir falta do meu celular, porque eu vou sim! Ainda tem a coisa de que tinha uma atualização pronta no meu celular, atualização essa que eu tinha gostado demais do que eu tinha mudado do original e não sei se eu vou conseguir fazer isso mais uma vez. Ainda tinham as outras atts, os capítulos gigantes e duas fics completas... Isso é o que mais me dá agonia em saber. Lembrar de como foi pra comprar aquele celular também é ruim, afinal, foi muito trabalho pra conseguir. É algo que eu vou superar, isso eu sei, mas sei que vai demorar pra eu conseguir dormir sem meus podcasts ou acordar sem verificar meu email e redes sociais afins sem precisar ligar o computador. Estou numa "abstinência" de música, isso é bem estranho, chega a ser engraçado até. 
Essa foi a minha maneira de tentar despachar um fantasma recente... Transformando isso em uma crônica não tão bem-humorada, mas talvez irônica, que eu espero que tenha feito alguns minutos do seu dia serem melhores... Melhores do que eu sinto no momento. 

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segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Show 'em What You're Made Of

Olá, cerejinhas! 

Pela quantidade de coisas que eu posto aqui sobre os Backstreet Boys, eu começo a pensar que esse blog está virando um "fanblog" :P 
Anyway, estou aqui para falar do documentário que eles acabaram de lançar, o "Show'em What You're Made Of", mesmo nome de uma música do "In A World Like This". Eu não exatamente deveria assistir a esse filme, porque eu acho que ainda não foi lançado mundialmente, mas vi que no facebook de uma amiga tinha um link para baixar o filme por torrent e eu não resisti. 
Foi extremamente rápido para baixar, mesmo com todo mundo dizendo que demorava e que o arquivo era muito grande (realmente, é um arquivo grande, tem por volta de 1,6GB), mas compensava porque era formato HDTV. 
Por causa daquela coisa que anda faltando muito pra mim chamada tempo, eu só vim conseguir assistir ao filme no dia seguinte. Ainda não disponibilizaram legendas em português, então eu tive que gastar todo o meu inglês pra tentar entender o que acontecia. Sorte que eu tenho uma certa facilidade para entender o inglês americano (ainda me enrolo com o inglês britânico)e entendi 95% do que é dito no filme xD 
Eu nem sei exatamente o que dizer sobre o filme... Para uma fã, é difícil expressar o que eu senti. Eu ri, fiquei sabendo de coisas que eu não sabia direito, conheci um pouco da infância dos Boys e, principalmente, eu chorei. Chorei com a história do Kevin, percebendo mais ainda o quanto ele amava seu pai, chorei quando o Nick revisitou sua escola (mesmo achando o choro dele meio estranho, talvez até meio fake, mas eu não estou aqui pra julgar nada), o discurso dele sobre ter tido seu talento reconhecido na escola, não por sua família, foi muito tocante. 

When the walls start to close in. Your heart is frozen over... ♫
#TrocadilhoQueTalvezNinguemEntenda

Achei foda a briga do Brian com o Nick por causa de "Soldier", uma das minhas músicas favoritas do "IAWLT", é tão legal que até meu pai gostou. Eu acho que não seria o Nick - ou acreditaria que ele tinha mudado bastante depois que casou - se não tivesse uma briga dele com alguém. Só estranhei porque a briga foi com o Brian, foi estranho ver "Frick & Frack" brigando quando se tem a imagem de super melhores amigos quando se fala deles. Também tenho que falar de como o Nick gosta de falar "fuck" ou "fucking", tudo dele é isso, impressionante :P 
A sinceridade de tudo o que foi dito, sem ter preocupação em parecer "caras-certinhos-que-nunca-fizeram-nada-de-errado-na-vida" me fariam assistir bem mais do que a 1h45m do filme sem ficar nem um pouco entediada. 
Eu acho que eles deveriam lançar um documentário sobre como foi criar o IAWLT. Da viagem à Londres até aquela montagem da turnê que passa no fim do filme, seria bastante interessante saber como as músicas surgiram e tal... Também queria comentar sobre algumas músicas que passaram no processo de criação do álbum e não foram gravadas (talvez tenham demos)... Tem uma que eu fiquei apaixonada, só sei que ela começa mais ou menos com "Turn the radio on but didn't hear a song, hey ♪ ". Quem sabe eles lancem essa música, eu ficaria feliz por isso :) 

Terminando, gostei muito do filme, poderia ter mais e se vier pros cinemas daqui, eu vou assistir e chorar loucamente com as fãs mais velhas do que eu. Também seria a oportunidade de fazer amigos Soldiers (Y) 

That's all, folks! 

Beijinhos da Ally 
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