Talvez
você nunca tenha parado para pensar, mas provavelmente deveria, de todas as
invenções da humanidade qual delas foi a maior e melhor? A internet? A
geladeira? Ou talvez a escova de dente? Bem, ainda que inegavelmente esses
exemplos tenham sido primordiais para nossa evolução, eu, esse humilde ser que
vos escreve acredita que a maior invenção da nossa espécie não foi bem uma
invenção, e também é uma controvérsia agridoce de si própria.
O tempo. Não há nada conhecido na vida que não se dobre ao tempo, a simples nomenclatura do tempo é etérea, temos o nosso próprio tempo como já ressaltou Renato Russo, temos o tempo das coisas e o tempo em pura essência, para mim o tempo é algo assustador e ao mesmo tempo essencial, pois sem ele não existiria conhecimento, nem percepção de vida, já pensou em como seria interessante não termos sobre nossas cabeças o pesar insuportável dos ponteiros do relógio?
O que seria do dia e da noite, dos prazos e agendas? O que seria de nós, escravos do tempo, usurpados pelas horas que se findam e renascem exaustivamente, não posso dizer se Cazuza estava certo ou não, afinal, que tempo não para? Um dia deixamos de existir, morremos, nosso tempo terá chegado ao fim, mas somente o nosso? Ou quando morremos levamos o tempo conosco, deixamos às cegas as coisas que ficam, pois o passar dos minutos ajudou a terra a devorar nossas cascas vazias? Se você não se assusta com o tempo, brindemos a isso, admito que olhar os antibióticos e remédios como sendo os medalhistas de ouro no pódio das criações é uma premissa bem mais interessante.
Termino então esse texto culpando o tempo pela sua ausência nos meus dias, e coloco nos olhos que aqui repousarem por alguns minutos ou segundos uma reflexão de um velho louco, velho esse que dedicou seu tempo a olhar a vida pela ótica correta, crua e bruta.
“ Vamos todos morrer, que circo! Só isso deveria fazer com que amassemos uns aos outros, mas não faz” – Charles Bukowski
O tempo. Não há nada conhecido na vida que não se dobre ao tempo, a simples nomenclatura do tempo é etérea, temos o nosso próprio tempo como já ressaltou Renato Russo, temos o tempo das coisas e o tempo em pura essência, para mim o tempo é algo assustador e ao mesmo tempo essencial, pois sem ele não existiria conhecimento, nem percepção de vida, já pensou em como seria interessante não termos sobre nossas cabeças o pesar insuportável dos ponteiros do relógio?
O que seria do dia e da noite, dos prazos e agendas? O que seria de nós, escravos do tempo, usurpados pelas horas que se findam e renascem exaustivamente, não posso dizer se Cazuza estava certo ou não, afinal, que tempo não para? Um dia deixamos de existir, morremos, nosso tempo terá chegado ao fim, mas somente o nosso? Ou quando morremos levamos o tempo conosco, deixamos às cegas as coisas que ficam, pois o passar dos minutos ajudou a terra a devorar nossas cascas vazias? Se você não se assusta com o tempo, brindemos a isso, admito que olhar os antibióticos e remédios como sendo os medalhistas de ouro no pódio das criações é uma premissa bem mais interessante.
Termino então esse texto culpando o tempo pela sua ausência nos meus dias, e coloco nos olhos que aqui repousarem por alguns minutos ou segundos uma reflexão de um velho louco, velho esse que dedicou seu tempo a olhar a vida pela ótica correta, crua e bruta.
“ Vamos todos morrer, que circo! Só isso deveria fazer com que amassemos uns aos outros, mas não faz” – Charles Bukowski
StarkHouse.

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